Citado em várias delações, Aécio pede um basta

Um dos nomes mais citados nas delações premiadas, ora como chefe de um esquema em Furnas, ora como "o mais chato" cobrador da propina da UTC, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) participou dos protestos em Belo Horizonte e voltou a defender um golpe contra a democracia; "Os caminhos são três colocados à nossa frente: o impeachment da presidente da República, a cassação da chapa pelo TSE ou a renúncia da presidente da República. Uma dessas três saídas permitirá ao Brasil voltar a sonhar com um futuro melhor", disse ele; Aécio, que já foi citado por nomes como o doleiro Alberto Youssef, seu entregador de malas "Ceará", o lobista Fernando Moura e o senador Delcídio Amaral, vem arrastando o Brasil para o confronto desde a derrota nas eleições presidenciais

Um dos nomes mais citados nas delações premiadas, ora como chefe de um esquema em Furnas, ora como "o mais chato" cobrador da propina da UTC, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) participou dos protestos em Belo Horizonte e voltou a defender um golpe contra a democracia; "Os caminhos são três colocados à nossa frente: o impeachment da presidente da República, a cassação da chapa pelo TSE ou a renúncia da presidente da República. Uma dessas três saídas permitirá ao Brasil voltar a sonhar com um futuro melhor", disse ele; Aécio, que já foi citado por nomes como o doleiro Alberto Youssef, seu entregador de malas "Ceará", o lobista Fernando Moura e o senador Delcídio Amaral, vem arrastando o Brasil para o confronto desde a derrota nas eleições presidenciais
Um dos nomes mais citados nas delações premiadas, ora como chefe de um esquema em Furnas, ora como "o mais chato" cobrador da propina da UTC, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) participou dos protestos em Belo Horizonte e voltou a defender um golpe contra a democracia; "Os caminhos são três colocados à nossa frente: o impeachment da presidente da República, a cassação da chapa pelo TSE ou a renúncia da presidente da República. Uma dessas três saídas permitirá ao Brasil voltar a sonhar com um futuro melhor", disse ele; Aécio, que já foi citado por nomes como o doleiro Alberto Youssef, seu entregador de malas "Ceará", o lobista Fernando Moura e o senador Delcídio Amaral, vem arrastando o Brasil para o confronto desde a derrota nas eleições presidenciais (Foto: Leonardo Attuch)


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Minas 247 – Um dos nomes mais citados nas delações premiadas da Operação Lava Jato, ora como chefe de um esquema em Furnas, ora como "o mais chato" cobrador da propina da UTC, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) participou dos protestos em Belo Horizonte e voltou a defender um golpe contra a democracia.

"Os caminhos são três colocados à nossa frente: o impeachment da presidente da República, a cassação da chapa pelo TSE ou a renúncia da presidente da República. Uma dessas três saídas permitirá ao Brasil voltar a sonhar com um futuro melhor", disse ele.

Aécio, que já foi citado por nomes como o doleiro Alberto Youssef, seu entregador de malas "Ceará", o lobista Fernando Moura e o senador Delcídio Amaral, vem arrastando o Brasil para o confronto desde a derrota nas eleições presidenciais.

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Em Belo Horizonte, na Praça da Liberdade, Aécio pediu um basta. "O nosso sentimento é de que a atual presidente da República já não tem mais as condições de fazer o Brasil voltar a crescer, os empregos voltarem a ser gerados e, acima de tudo, a esperança voltar a habitar os lares de todo o Brasil. Estamos aqui ao lado dos mineiros e ao lado dos brasileiros para dizer: chega, basta, o Brasil merece algo melhor."

Parlamentarismo

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O senador mineiro também se posicionou contra a saída parlamentarista, que vem sendo defendida por senadores do PMDB e foi proposta pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. "Começa a ser discutida, mas eu vejo essa como uma alternativa a partir de 2018. Não há como você implementar, num momento de crise como esse, um regime que amanhã pode se fragilizar exatamente pela crise", afirmou.

O caminho preferido por Aécio para o golpe é cassação da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral. "Sempre achei que o caminho do TSE é um caminho que permitiria um governo legitimado pelo voto para implementar uma agenda de reformas estruturais no país. Mas hoje, qualquer saída sem a atual presidente da República, dentro da Constituição, é melhor do que estendermos esse calvário do povo brasileiro por mais alguns anos."

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