Maduro culpa oposição por violência em protesto

Carros foram incendiados em frente à sede do Ministério Público, em Caracas; pelo menos duas pessoas morreram e 23 ficaram feridas; presidente da Venezuela atribuiu manifestações - que chamou de "ataques fascistas" - à oposição, liderada pelo governador do estado de Miranda, Henrique Capriles

Carros foram incendiados em frente à sede do Ministério Público, em Caracas; pelo menos duas pessoas morreram e 23 ficaram feridas; presidente da Venezuela atribuiu manifestações - que chamou de "ataques fascistas" - à oposição, liderada pelo governador do estado de Miranda, Henrique Capriles
Carros foram incendiados em frente à sede do Ministério Público, em Caracas; pelo menos duas pessoas morreram e 23 ficaram feridas; presidente da Venezuela atribuiu manifestações - que chamou de "ataques fascistas" - à oposição, liderada pelo governador do estado de Miranda, Henrique Capriles (Foto: Roberta Namour)


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Leandra Felipe - Correspondente da Agência Brasil/EBC
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, rejeitou, na noite dessa quarta-feira (12), os ataques violentos ocorridos em Caracas, a capital. Carros foram incendiados em frente à sede do Ministério Público. Oficialmente, há registros de duas mortes e de 23 feridos, mas os meios de comunicação, nacionais e internacionais, bem como usuários de redes sociais relatavam pelo menos mais uma morte em Chacao, no estado de Miranda, supostamente de um manifestante da oposição, além de mais feridos em diversas regiões. A onda de manifestações, com queima de pneus, se estendeu até tarde e, em algumas cidades, foram feitos "panelaços" em protesto contra o governo de Maduro.

O presidente atribuiu os protestos e manifestações - que chamou de "ataques fascistas" - à oposição, liderada pelo governador do estado de Miranda, Henrique Capriles. "Pequenos grupos fascistas infiltrados na manifestação estudantil da oposição, tentaram tomar a sede do Mistério Público e agredir a fiscal-geral da República [Luisa Ortega Díaz]. O povo venezuelano repudia os atos de violência".

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