Escândalos e mais escândalos, e todos empolgados, inclusive a manifestação LULA LIVRE, todas as quintas, embaixo de onde eu moro, estava bem maior.
Duplicou em número as pessoas.
Continuo batendo na tecla, pois desde que descobri na Universidade a palavra APOCALÍPTICO, imediatamente me conclui como um.
Existe uma palavra chamada: vice.
E vou dizer uma coisa: esse vice me incomoda desde que o vi pela primeira vez no Juramento à Bandeira.
Vamos respeitar as patentes: um é coronel, o outro é general. E ficou na cadeira presidencial por um bom tempo, não se esqueçam.
Até a América foi esquecida, pois Trump está com uns probleminhas internos para resolver, e o Brasil ficou de fato a um segundo plano, pois já foi comprado mesmo.
Depois terão tempo de, com calma, aplicar na bolsa de valores de Wall Street.
A Europa dividida!
Oriente se armando, o Irã está protegido, muito bem protegido.
A ONU?
Virou piada!!!
Mas eu sou nordestino, e vice para mim é uma gíria.
Quer dizer: “eu vou alí, “vice?””?
Pelo menos em Pernambuco.
Porém todos sabem o que eu estou falando.
PSL esfacelado, calunias escabrosas, a clã inominável toda nos parlamentos da vida, mas tem o vice.
E esse vice me dá medo, sabe?
Sendo APOCALÍPTICO assumido, agora, 23:51 da quinta, que vai adentrar a madrugada da sexta, estarei acordado.
É porque aquele remédio que me faz dormir acabou. Porque que não está mais nas prateleiras das farmácias, e não me perguntem porque.
Além disso, mesmo com ele, esse danado do vice não me permitiria dormir.
Beleza, vamos para 48 horas no ar.
E aqui observo a personificação de um 1964.
Ok, calma gente, é porque de fato sou APOCALÍPTICO!!!
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