Opinião

Tchau, querida democracia!

“Um título de livro muito oportuno para este 31 de agosto de 2016. O dia no qual um bando de impostores, em sua maioria com o rabo preso na lama da corrupção e no velho e carcomido discurso moralista dos sem-moral, mais uma vez, estuprou nossa Nação”, afiram Robson Sávio Reis Souza, colunista do 247; “Mas…

"Um título de livro muito oportuno para este 31 de agosto de 2016. O dia no qual um bando de impostores, em sua maioria com o rabo preso na lama da corrupção e no velho e carcomido discurso moralista dos sem-moral, mais uma vez, estuprou nossa Nação", afiram Robson Sávio Reis Souza, colunista do 247; "Mas o tempo dos pífios será breve. E nos rodapés das páginas da história, reservados aos personagens sem valor e indignos de registro maiúsculos, veremos os nomes de Aécio, Cunha, Temer, Ronan, Gilmar e outros traidores e capatazes da nossa democracia. A história será implacável com os golpistas", prevê
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Tchau, querida democracia é o título do livro recém-lançado do amigo e professor, o advogado criminalista Leonardo Yarochewsky. Um título muito oportuno para este 31 de agosto de 2016. O dia no qual um bando de impostores, em sua maioria com o rabo preso na lama da corrupção e no velho e carcomido discurso moralista dos sem-moral, mais uma vez, estuprou nossa Nação. Chegaram ao poder pelas vias indiretas. Porque o povo, soberano, rejeitou por quatro vezes o projeto antinacional desse ajuntamento de interesseiros. Por isso, esse grupelho, sem compromissos com o povo, a Constituição e o estado de direito e a democracia não tem legitimidade.

Isso não é novidade na história deste país: senhores feudais, donos da Casa Grande, plutocratas infiltrados nos três poderes, coronéis da política, perversos de várias matizes, serviçais do capital, donos de oligopólios, segmentos poderosos de elites (econômicas, sociais, religiosas, intelectuais e políticas) e uma parcela significativa de privilegiados da classe média (azeda e ranzinza, nos dizeres de Darcy Ribeiro) sempre se associaram em diversos momentos (da nossa história, desde o Brasil colonial) para pilhar o erário e manter o povo simples na condição de escravos.

Mas o tempo dos pífios será breve. E nos rodapés das páginas da história, reservados aos personagens sem valor e indignos de registro maiúsculos, veremos os nomes de Aécio, Cunha, Temer, Ronan, Gilmar e outros traidores e capatazes da nossa democracia. A história será implacável com os golpistas.

E a luta, que nunca findou, continua… Porque a luta pela justiça e pela igualdade não é bandeira de ocasião. É bandeira de vida!

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