Campos quer evitar “briga de rua” com Dilma e o PT

O governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, voltou a criticar a gestão da economia do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e a pregar a necessidade de um novo ciclo político para o País; apesar das trocas de farpas constantes entre as duas legendas, Campos evitou citar o…

O governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, voltou a criticar a gestão da economia do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e a pregar a necessidade de um novo ciclo político para o País; apesar das trocas de farpas constantes entre as duas legendas, Campos evitou citar o nome de Dilma e afirmou não querer “que o debate sobre o Brasil resvale para a briga de rua”; Dilma taxou, há alguns dias, os críticos da gestão petista de “cara de pau”; Campos também evitou comentar uma possível candidatura do ex-presidente Lula em outubro
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Pernambuco 247 – O governador de Pernambuco e pré-candidato à Presidência da República pelo PSB, Eduardo Campos, voltou a criticar a gestão da economia do governo da presidente Dilma Rousseff (PT) e a pregar a necessidade de um novo ciclo político para o País. Apesar das trocar de farpas constantes entre as duas legendas, Campos evitou citar o nome de Dilma e afirmou não querer “que o debate sobre o Brasil resvale para a briga de rua”, em referência a  um discurso feito pela presidente há alguns dias atrás quando ela taxou os críticos da gestão petista de “cara de pau”. Ele também evitou comentar uma possível candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nas  eleições de outubro.

De acordo com Campos, que nesta sexta-feira (14) participou da abertura da reunião do diretório nacional do PPS, em Brasília, as conquistas sociais e econômicas obtidas pelo País nos últimos anos está ameaçada pela falta de rumo da atual gestão. “A situação se degrada a cada dia”, disse o socialista. “Começamos a viver um tempo em que o Brasil desacelerou e a sensação que passa à sociedade brasileira é de que nós paramos e que o Brasil interrompeu um ciclo em que as pessoas percebiam, com acertos e erros, que estávamos acumulando conquistas “, afirmou. “Inaugura o quarto ano a gestão que está aí. Nós percebemos que nada se altera do que vivemos desde 2011”, emendou.

Ele também voltou a condenar o loteamento de cargos promovido pelo governo junto aos partidos da base aliada. “Cada um quer um ministério, uma caixinha para chamar de sua, enquanto a sociedade quer o contrário”, disparou.

O governador também sinalizou que a estratégia fechada junto ao PSDB, de evitar confrontos com o senador mineiro e também presidenciável Aécio Neves, já está em curso. Campos elogiou o tucano ao dizer que ele é um político de “grande qualidade”. Campos e Aécio tentam costurar o apoio entre si no caso de um eventual segundo turno contra Dilma, que tenta a reeleição.

Sobre os rumores de que o ex-presidente Lula poderia vir a substituir a presidente Dilma na corrida presidencial, Campos preferiu não comentar a possibilidade. “Não estamos discutindo a candidatura de outros partidos. Estamos discutindo neste momento o pensamento e as propostas desses partidos que estão reunidos, PPS, PSB, e Rede, para apresentar ao Brasil uma alternativa”, observou.

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