Líderes da base decidem aprovar teto do funcionalismo

A decisão foi tomada na reunião de hoje pela manhã entre os líderes da  base do governo e o ministro Ricardo Berzoini. Também foi definido a assinatura de requerimento com pedido de urgência para a tramitação do decreto que reduz em 10% os salários da presidenta e do vice-presidente da República. Após a reunião o líder…

A decisão foi tomada na reunião de hoje pela manhã entre os líderes da  base do governo e o ministro Ricardo Berzoini. Também foi definido a assinatura de requerimento com pedido de urgência para a tramitação do decreto que reduz em 10% os salários da presidenta e do vice-presidente da República. Após a reunião o líder do governo na Câmara, deputado José Guimarães (PT-CE), deu entrevista à imprensa 
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Ceará 247 – Na reunião da manhã desta terça-feira (23) no Palácio do Planalto, os líderes da base decidiram votar o projeto de lei que regulamenta o teto dos salários no serviço público (PL 3123/15). De acordo com o líder do governo na Câmara, José Guimarães (PT-CE), somente com essa medida a economia para os cofres públicos pode chegar aquase R$ 1 bilhão.

Guimarães relatou ainda que a base aliada assinou pedido de urgência para a tramitação do decreto que reduz em 10% os salários da presidenta e do vice-presidente da República, assim como o vencimento de ministros. “Esta é outra medida que visa a ajudar nesse esforço fiscal que o governo está fazendo”, reforça o líder na Câmara.

O trabalho “daqui para a noite”, conforme Guimarães, será dialogar com toda a Casa para “mostrar a justeza do relatório que está sendo apresentado pelo deputado Ricardo Barros [PP-PR]”. Segundo ele, trata-se de um relatório “consistente e moralizador”, que estabelece regras claras, “pra ninguém mais ter dúvida sobre essa que é uma questão recorrente”.

Na reunião de líderes, ainda ficou acertada a votação esta semana do projeto de lei que tipifica o crime de terrorismo (PL 2016/15, do Executivo), afirmou o líder do governo. Segundo disse, o deputado Arthur Maia (SD-BA), relator da proposta, está disposto a rejeitar o substitutivo do Senado para que se vote a versão já aprovada na Câmara.

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