247 – As duas principais representações do agronegócio do Brasil parecem ter eleito seus candidatos para a disputa à Presidência de 2014. A presidente Dilma Rousseff e o presidenciável tucano Aécio Neves aparecem no páreo do setor, enquanto o socialista Eduardo Campos perde terreno por conta de sua aliança com a ex-senadora Marina Silva, que não é bem vista pelos ruralistas em geral.
Em evento da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), com sede em São Paulo, a plateia demonstrou empolgação com promessas de Aécio Neves, sobretudo ao segmento sucroalcooleiro. Inclusive, o coordenador das propostas da Abag entreguem aos presidenciáveis, Roberto Rodrigues, tem tido participação fundamental no programa do tucano para o setor, juntamente com o também ex-ministro Alysson Paolinelli e com o economista José Roberto Mendonça de Barros.
Já a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), cuja presidente licenciada é a senadora Kátia Abreu (PMDB-TO), sinalizaria apoio nos bastidores à permanência de Dilma Rousseff no governo.
Quanto PSB, o coordenador de programa de governo de Eduardo Campos, Maurício Rands, disse que as pessoas se prendem ao passado para julgar Marina, em referência à época que foi ministra do Meio Ambiente no governo Lula e foi contrária a uma série de medidas que o setor de agronegócios considerava necessária. “Até hoje, se há atrasos na liberação de licenças ambientais, colocam a culpa na Marina”, disse ele.
Leia aqui reportagem de Cristiano Zaia sobre o assunto.
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