Berzoini: “Impeachment se combate com bom governo”

Ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República acredita que a pauta do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff deva ser tratada “incidentalmente”; “O melhor combate ao impeachment é governar bem”, diz Ricardo Berzoini em entrevista ao Congresso em Foco; como responsável pela relação entre Executivo e Legislativo, sua estratégia para a sobrevivência do…

Ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República acredita que a pauta do impeachment contra a presidente Dilma Rousseff deva ser tratada "incidentalmente"; "O melhor combate ao impeachment é governar bem", diz Ricardo Berzoini em entrevista ao Congresso em Foco; como responsável pela relação entre Executivo e Legislativo, sua estratégia para a sobrevivência do governo é de médio prazo; "Para barrar o impeachment, o governo precisa de um terço dos votos dos deputados. Mas, além disso, necessitamos manter e até ampliar a base de apoio no Congresso até o final do mandato, em 2018", argumenta
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247 – Responsável pela relação do governo com o Congresso Nacional, o ministro da Secretaria de Governo da Presidência da República, Ricardo Berzoini, prepara uma plano de médio prazo para derrubar o processo de impeachment que corre contra a presidente Dilma Rousseff na Câmara dos Deputados.

Para ele, “o melhor combate ao impeachment é governar bem”. Ao portal Congresso em Foco, ele detalha que “governar bem” significa executar a terceira etapa do programa Minha Casa, Minha Vida, garantir os investimentos em logística sem atrasos e melhorar a qualidade do crédito nos bancos públicos, entre outras ações.

Em sua avaliação, o governo não pode parar suas ações por conta do barulho feito pela oposição diariamente na defesa do afastamento da presidente do poder. “O impeachment é um tema a ser tratado incidentalmente”, opina, explicando o que seria uma estratégia de médio prazo contra essa pauta.

“Para barrar o impeachment, o governo precisa de um terço dos votos dos deputados. Mas, além disso, necessitamos manter e até ampliar a base de apoio no Congresso até o final do mandato, em 2018”, argumenta, lembrando que não basta convencer os deputados de que Dilma não cometeu crime de responsabilidade.

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