Câmara: PMDB pulveriza nomes e pressiona Temer

Desejo do presidente interino Michel Temer era união dos parlamentares peemedebistas em torno de um só nome na eleição para a presidência da Câmara; no entanto, cinco deputados do PMDB já apresentaram suas candidaturas ao partido, indo na contramão do que pede o governo; por trás da pulverização de candidaturas está a insatisfação dos peemedebistas…

Desejo do presidente interino Michel Temer era união dos parlamentares peemedebistas em torno de um só nome na eleição para a presidência da Câmara; no entanto, cinco deputados do PMDB já apresentaram suas candidaturas ao partido, indo na contramão do que pede o governo; por trás da pulverização de candidaturas está a insatisfação dos peemedebistas com o governo Temer por demandas não resolvidas, como a não indicação de cargos de segundo e terceiro escalões e o baixo índice de liberação de emendas parlamentares
Siga o 247 no Google Notícias Seguir no Google Notícias Adicione o Brasil 247 como fonte preferencial no Google Apoie o jornalismo independente Apoie o 247

247 – A renúncia de Eduardo Cunha à presidência da Câmara dos Deputados abriu uma corrida eleitoral que agita os bastidores de Brasília. A sucessão de Cunha vem servindo para que parlamentares do PMDB pressionem o presidente interino Michel Temer. A unificação em torno de apenas um nome é o desejo de Temer, mas o partido vai na contramão.

Cinco deputados da legenda já apresentaram suas candidaturas ao partido a despeito de o Planalto trabalhar por um nome de consenso entre o Centrão (bloco que inclui 13 partidos) e a antiga oposição (PSDB, DEM, PSDB e PSB).

O governo espera que o candidato, provavelmente Heráclito Fortes (PSB-PI) ou Rogério Rosso (PSD-DF), unifique a base. Mas o PMDB, vem fazendo jogo duro. Dos cinco, dois já protocolaram suas candidaturas, caso de Marcelo Castro (PI) e Fabio Ramalho (MG). Outros três comunicaram que vão disputar: Carlos Marun (MS), Sergio Souza (PR) e Osmar Serraglio (PR). 

Por trás da pulverização de candidaturas está a insatisfação dos peemedebistas com o governo Temer por demandas não resolvidas, como a não indicação de cargos de segundo e terceiro escalões e o baixo índice de liberação de emendas parlamentares. A primeira grande derrota de Temer aconteceu na semana passada, quando a Câmara rejeitou a urgência na votação do projeto que renegocia as dívidas dos Estados.

❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.

Cortes 247

Participe da discussão

Ao vivo

Inscreva-se

Cobertura contínua dos principais assuntos do dia.

Hoje na TV 247 3 de Julho
Acompanhe as
últimas notícias