Campos e Marina querem aliança com Barbosa

Presidente do Supremo Tribunal Federal poderá ser convidado pelo PSB para deixar o Supremo Tribunal Federal e disputar o governo do Distrito Federal ou do Rio de Janeiro; como magistrado, Barbosa tem um prazo maior para se filiar a algum partido e poderá tomar sua decisão até o início de abril do ano que vem;…

Presidente do Supremo Tribunal Federal poderá ser convidado pelo PSB para deixar o Supremo Tribunal Federal e disputar o governo do Distrito Federal ou do Rio de Janeiro; como magistrado, Barbosa tem um prazo maior para se filiar a algum partido e poderá tomar sua decisão até o início de abril do ano que vem; ação política de um juiz contraria princípios básicos da magistratura, mas quem se importa?
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247 – A conversão de um juiz num político é algo absolutamente inusitado em países civilizados e coloca sob suspeita não apenas as motivações de um magistrado, como suas próprias decisões. Afinal, um juiz se torna político apenas quando abandona a toga ou usa a magistratura, de forma demagógica, como trampolim para suas pretensões de poder?

No Brasil, o exemplo mais concreto dessa perigosa mistura atinge justamente o chefe do Poder Judiciário, o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, que, recentemente, admitiu a hipótese de deixar a corte e iniciar uma  trajetória política (leia mais aqui).

Atentos a essa ambição de Barbosa, Eduardo Campos e Marina Silva, do PSB e da Rede Sustentabilidade, já se movimentam para atraí-lo. É o que informa o jornalista Otávio Cabral, na coluna Holofote, de Veja. Leia abaixo:

Do tribunal às urnas?

Emissários de Eduardo Campos e Marina Silva vão procurar o presidente do Supremo Tribunal Federal para procurar o presidente do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, para saber se ele tem disposição de se filiar ao PSB para disputar o governo do Rio de Janeiro ou do Distrito Federal. A motivação para a consulta foi a declaração de Barbosa na semana passada de que não descarta trocar o Judiciário pela política. Como magistrado, ele pode entrar em um partido até o início de abril, seis meses antes do pleito.

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