Cardozo: ‘Dialogo com Lula habitualmente’

Ministro da Justiça afirmou nesta segunda-feira, 16, que falou recentemente com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que conversa “habitualmente” com ex-presidente; “Eu conversei com ele, falamos dos problemas em relação a conjuntura política e em relação a questões do momento que o País vive”, disse; Cardozo reforçou que já solicitou à Polícia…

Ministro da Justiça afirmou nesta segunda-feira, 16, que falou recentemente com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que conversa "habitualmente" com ex-presidente; "Eu conversei com ele, falamos dos problemas em relação a conjuntura política e em relação a questões do momento que o País vive", disse; Cardozo reforçou que já solicitou à Polícia Federal informações sobre a intimação da PF a Luís Claudio Lula da Silva, filho do ex-presidente, feita às 23 horas, o que classificou de "fora do procedimento usual"; "Se, eventualmente, ficar comprovado que houve comportamento irregular ou alguma ilegalidade, determino abertura de inquérito policial ou processo disciplinar", disse
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247 – O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta segunda-feira, 16, que falou recentemente com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e que conversa “habitualmente” com ex-presidente. 

“Eu conversei com ele, falamos dos problemas em relação a conjuntura política e em relação a questões do momento que o País vive”, disse Cardozo. O ministro afirmou que já pediu informações à Polícia Federal sobre o episódio envolvendo Luís Claudio Lula da Silva, que foi intimado a prestar depoimento no caso das compras de Medida Provisória às 23h, o que Cardozo considerou “fora do procedimento usual”.

“Eu pedi informações, a Polícia Federal está ouvindo as autoridade policias que participaram do episódio para me fazer um relatório. Se, eventualmente, ficar comprovado que houve comportamento irregular ou alguma ilegalidade, determino abertura de inquérito policial ou processo disciplinar”, disse nesta segunda-feira.

O ministro repetiu que não controla as investigações nem as direciona para isentar “amigos” ou punir “inimigos”. “A postura que o ministro da Justiça deve ter é de respeito a lei, é de impessoalidade das investigações, esse é o meu papel”, reforçou.

O ministro da Justiça destacou que a Polícia Federal tem que agir com autonomia e que o ministro da Justiça deve intervir apenas quando há abusos. “Esse é o meu papel”, afirmou. “É natural na vida política, quando você tem investigações, que as pessoas, ou por se sentirem injustiçadas, ou como tese de defesa, busquem construir publicamente suas versões”, afirmou.

 

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