Cármen retira inquérito de Aécio da Lava Jato

Presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, atendeu nesta quarta-feira, 14, pedido do ministro Edson Fachin e determinou a retirada do âmbito da Lava Jato de um dos cinco inquéritos contra o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e o sorteio de um novo relator; inquérito se refere ao suposto pagamento de propina, a pedido…

Presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, atendeu nesta quarta-feira, 14, pedido do ministro Edson Fachin e determinou a retirada do âmbito da Lava Jato de um dos cinco inquéritos contra o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e o sorteio de um novo relator; inquérito se refere ao suposto pagamento de propina, a pedido de Aécio, para campanhas dele, do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), do ex-deputado Pimenta da Veiga (PSDB-MG) e do deputado Dimas Fabiano Toledo Júnior (PP-MG), relatadas por executivos da Odebrecht
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247 – A presidente do Supremo Tribunal Federal, ministra Cármen Lúcia, atendeu nesta quarta-feira, 14, pedido do ministro Edson Fachin e determinou a retirada do âmbito da Lava Jato de um dos cinco inquéritos contra o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) e o sorteio de um novo relator. 

O inquérito se refere ao suposto pagamento de propina, a pedido de Aécio, para campanhas dele, do senador Antonio Anastasia (PSDB-MG), do ex-deputado Pimenta da Veiga (PSDB-MG) e do deputado Dimas Fabiano Toledo Júnior (PP-MG), relatadas por executivos da Odebrecht. 

Ao formular o pedido, Fachin concordou com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para quem a investigação não tem relação com a Operação Lava Jato, que apura fraudes no âmbito da Petrobras. Segundo o ministro, os fatos “ao menos por ora, em nada de relacionam com o que se apura na referida operação de repercussão nacional”.

Aécio está afastado do Senado por decisão do ministro Fachin, após as delações da JBS. Ele foi denunciado ao STF pelos crimes de corrupção passiva e obstrução da Justiça. O pedido de prisão contra o senador tucano deve ser julgado no próximo dia 20 pelo Supremo. 

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