247 – O diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, acredita que, depois das mudanças provocadas pelo protagonismo de Marina Silva na exposição de sua candidatura, o quadro eleitoral se estabiliza, apesar da intensificação dos ataques à ambientalista. Em análise com Alessandro Janoni, diretor de pesquisas, ele diz que o espaço para grandes variações é menor.
“Mesmo que todos os eleitores que cogitam mudar o voto de fato o fizessem, Dilma e Marina continuariam empatadas acima de Aécio”, afirma. Ele aponta que a taxa de eleitores que se mostram convictos por Marina chega a 28%. Em relação a Dilma, esse índice é de 31% e, para Aécio, é de 11%.
Segundo Paulino, novidades no quadro a partir de agora ocorrerão só com rápidas alterações no foco do debate. No entanto, aponta um caminho para eventuais mudanças: discussões sobre o cenário econômico: “O risco é o ruído, como sabem Ciro Gomes e Celso Russomanno”, diz.
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