Dilma alegará ao STF cerceamento de defesa

Em defesa contra o provável relatório favorável ao impeachment da comissão especial, o governo deve alegar ao Supremo Tribunal Federal que a presidente Dilma Rousseff não teve respeitado o seu amplo direito de defesa; segundo a colunista Mônica Bergamo, a defesa vai dizer que Dilma deveria ter sido intimada para acompanhar cada ato da comissão…

Em defesa contra o provável relatório favorável ao impeachment da comissão especial, o governo deve alegar ao Supremo Tribunal Federal que a presidente Dilma Rousseff não teve respeitado o seu amplo direito de defesa; segundo a colunista Mônica Bergamo, a defesa vai dizer que Dilma deveria ter sido intimada para acompanhar cada ato da comissão especial, podendo até mesmo, se quisesse, "comparecer, diretamente ou por seu representante", às sessões; o governo deve comparar ainda o caso com o processo contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no conselho de Ética 
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247 – Em defesa contra o provável relatório favorável ao impeachment da comissão especial, o governo deve alegar ao Supremo Tribunal Federal que a presidente Dilma Rousseff não teve respeitado o seu amplo direito de defesa.

Segundo a colunista Mônica Bergamo, a defesa vai dizer que Dilma deveria ter sido intimada para acompanhar cada ato da comissão especial, podendo até mesmo, se quisesse, “comparecer, diretamente ou por seu representante”, às sessões. Deveria ter tido até mesmo o direito de formular perguntas aos que apresentaram denúncias contra ela no colegiado, segundo a tese do governo.

O governo deve comparar ainda o caso com o processo contra o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), no conselho de Ética. O advogado do deputado, Marcelo Nobre, é comunicado de cada ato do colegiado e comparece a todas as sessões para acompanhar os debates e depoimentos (leia aqui).

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