247 – O vazamento de mensagens do ex-presidente da OAS, Leo Pinheiro, que mencionam o ex-governador da Bahia e atual ministro-chefe da Casa Civil, Jaques Wagner, não abalaram o prestígio do ministro com a presidente Dilma Rousseff.
Segundo interlocutores do Palácio do Planalto, Dilma não teria visto gravidade no conteúdo das mensagens interceptadas pela Operação Lava Jato. A presidente, que está no Rio Grande do Sul com a família por causa do nascimento do segundo neto, acredita, segundo interlocutores, que estão querendo “criminalizar” uma atividade normal: a autoridade tentar assegurar que a obra não seja paralisada.
Um dos primeiros a sair em defesa de Wagner foi o ministro da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, outra autoridade que pode virar alvo de investigação por causa das mensagens no celular de Léo Pinheiro, relacionadas a arrecadação para a campanha à reeleição de Dilma, em 2014. “Onde há ilícito em governador debater com empresários? Onde há ilícito em se manter contatos trabalhadores ou lideranças da sociedade?”, indagou Edinho na quinta-feira.
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