247 – Em sua primeira declaração depois de o presidente da Câmara, seu o correligionário, Eduardo Cunha, acatar o pedido de impeachment de Dilma Rousseff, o vice Michel Temer (PMDB) evitou fazer uma defesa enfática da presidente.
Segundo a colunista Natuza Nery, ele afirmou que o governo “fornecerá informações que serão analisadas adequadamente pela Câmara”. “Espero que ao final deste processo o país saia pacificado”, disse.
Deputados do PMDB teria relatado pressão intensa do ministro Eliseu Padilha (Aviação Civil) para que as indicações do partido para a comissão do impeachment representem toda a bancada, inclusive os opositores.
Logo após o anuncio da abertura do processo de impeachment, o senador Aécio Neves (PSDB) disse acreditar na capacidade do vice-presidente conduzir o país: “Acho que há boa vontade [na classe política] para Temer fazer essa transição”, afirmou.
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