FHC nega envolvimento de filho em irregularidades

“Notícias veiculadas pela mídia a propósito de delação do senhor Nestor Cerveró sobre o governo FHC não têm qualquer fundamento”, postou o ex-presidente tucano; segundo ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, dentre as várias irregularidades que ele tomou conhecimento durante o governo do tucano, estava a contratação da empresa PRS Energia, que seria de Paulo Henrique…

"Notícias veiculadas pela mídia a propósito de delação do senhor Nestor Cerveró sobre o governo FHC não têm qualquer fundamento", postou o ex-presidente tucano; segundo ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró, dentre as várias irregularidades que ele tomou conhecimento durante o governo do tucano, estava a contratação da empresa PRS Energia, que seria de Paulo Henrique Cardoso, filho de Fernando Henrique Cardoso; FHC diz que Paulo Cardoso "nunca foi ligado" e "nunca ouviu falar" da empresa
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247 – O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) usou a sua página pessoal no Facebok para rebater as denúncias feitas pelo ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró em seu depoimento de delação premiada. “Notícias veiculadas pela mídia a propósito de delação do senhor Nestor Cerveró sobre o governo FHC não têm qualquer fundamento”, postou FHC. Segundo Cerveró, dentre as várias irregularidades que ele tomou conhecimento durante o governo do tucano, estava a contratação da empresa PRS Energia, que seria de propriedade de Paulo Henrique Cardoso, filho de FHC.

Segundo a postagem, Paulo Cardoso “nunca foi ligado” e “nunca ouviu falar” da empresa PRS Energia. “De igual modo, Fernando Henrique Cardoso jamais interferiu ou orientou aquisições pela Petrobras durante os dois mandatos que exerceu como Presidente da República. Esclarecimentos mais detalhados podem ser prestados pelos técnicos que dirigiram a empresa no período mencionado”, destaca o texto.

Segundo o depoimento de Cerveró, A PRS Energia teria se associado à estatal para administrar a maior termoelétrica a gás do Brasil, a Termorio, construída multinacional francesa Alstom e que orçada em cerca de US$ 715 milhões. Na ocasião, o lobista Fernando Baiano atuava para que a Petrobras se à espanhola Union Fenosa.

“Que Fernando Antônio Falcão Soares (Fernando Baiano) e os dirigentes da Union Fenosa acreditavam que o negócio estava acertado, faltando apenas a assinatura para a finalização; Que no entanto, o negócio já estava fechado com uma empresa vinculada ao filho do Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso, de nome Paulo Henrique Cardoso”, diz trecho da delação de Cerveró.

A petrobras acabou comprando a partipação de 7% da PRS na Termorio, em 2003, por US$ 19 milhões.

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