Kassab reitera: “Chapa nacional com PSDB é impossível”

Presidente do PSD diz que novas especulações sobre possibilidade de Henrique Meirelles estar presente na chapa nacional do PSDB, como candidato a vice de Aécio Neves, não fazem sentido; “Nosso apoio nacional à presidente Dilma está declarado”, afirma Gilberto Kassab; “Não há nenhuma intenção de mexer nisso. É impossível mesmo”; em São Paulo, ele segue…

Presidente do PSD diz que novas especulações sobre possibilidade de Henrique Meirelles estar presente na chapa nacional do PSDB, como candidato a vice de Aécio Neves, não fazem sentido; "Nosso apoio nacional à presidente Dilma está declarado", afirma Gilberto Kassab; "Não há nenhuma intenção de mexer nisso. É impossível mesmo"; em São Paulo, ele segue ouvindo as bases de seu partido para escolher entre uma candidatura própria ou participação na chapa do governador tucano Geraldo Alckmin
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247 – O presidente do PSD, Gilberto Kassab, não dá ouvidos a novas especulações de que o ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles ainda pode se tornar candidato a vice do pré-candidato do PSDB, Aécio Neves. “É impossível”, crava Kassab. “Só de admitir essa possibilidade já fica chato, porque ela realmente não existe”.

O ex-prefeito paulistano explica que a aliança nacional com a presidente Dilma Rousseff está amarrada e selada. “Tudo está muito bem encaminhado, já declaramos publicamente nosso apoio, fizemos em evento de grande peso político e não temos nenhuma intenção de mexer nisso”, acrescentou. “Esse assunto de ida do Meirelles para a vice do Aécio está superado e não tem fatos reais para prosperar”.

No Estado de São Paulo, Kassab continua no processo de ouvir as bases do PSD para escolher a melhor posição para o partido. A pré-candidatura dele ao governo está posta, mas também existe a forte possibilidade de o partido indicar um vice na chapa do governador Geraldo Alckmin. Esse nome seria o do próprio Kassab.

“Como informamos desde o início, o PSD tem um compromisso de apoio à presidente Dilma, mas regionalmente temos liberdade para fazermos nossas alianças, até porque não existe a verticalização (legislação que obriga os partidos a seguirem nos Estados as coalizões definidas no plano nacional em torno do candidato a presidente da República)”, prosseguiu. “Isso não é exclusivo do nosso partido, o PT e os demais também fazem assim”.

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