247 – A pouco mais de 10 dias para o 2° turno das eleições, parte da campanha pela reeleição de Dilma Rousseff defende uma mudança de postura diante do caso de corrupção delatado pelo ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa.
Uma ala defende que Dilma reconheça erros na gestão da estatal e insista na punição dos culpados. Entre os favoráveis à ideia estariam o marqueteiro da campanha João Santana, Miguel Rossetto, um dos coordenadores da campanha, Jaques Wagner, atual governador da Bahia, e Fernando Pimentel, governador eleito de Minas Gerais.
Eles, no entanto, enfrentariam resistência do grupo de Rui Falcão, presidente do PT, Aloizio Mercadante, ministro da Casa Civil, e Franklin Martins, da coordenação da campanha. Esses, preferem manter a linha do uso da reforma política como arma contra a corrupção.
O PT tenta obter na Justiça a integra das declarações do processo da Operação Lava Jato e processou Paulo Roberto Costa por difamação.
Leia aqui reportagem de Valdo Cruz e Natuza Neryde sobre o assunto.
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