247 – O PSDB, comandado pelo senador Aécio Neves (MG), decidiu manter o apoio ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), mesmo com o desgaste sofrido por Cunha após as denúncias de recebeu US$ 5 milhões em propina para viabilizar contratos na Petrobras.
Segundo a colunista Vera Magalhães, a avaliação da cúpula do partido é que o peemedebista fica no cargo mesmo se for denunciado pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, pelo menos até o Supremo Tribunal Federal (STF) decidir se abre ou não ação penal.
Basta uma canetada dele para abrir o processo de impeachment, diz um cacique. Para tucanos, o preço que o partido pode pagar por oferecer sustentação ao presidente da Câmara é menor que o desgaste que ele pode causar a Dilma Rousseff.
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