Tijolaço: o dilema de Alckmin. “Matar” Ciro e morrer com Temer?

“O ex-governador paulista, que já não vai bem das pernas, não resistiria à perda do tempo de televisão que é, ainda, seu único trunfo”, diz o jornalista Fernando Brito, do Tijolaço; “Ainda há uma dança de punhais no tucanato e no governismo. E punhais acabam matando”

Tijolaço: o dilema de Alckmin. “Matar” Ciro e morrer com Temer?
Siga o 247 no Google Notícias Seguir no Google Notícias Adicione o Brasil 247 como fonte preferencial no Google Apoie o jornalismo independente Apoie o 247

Por Fernando Brito, do Tijolaço – Geraldo Alckmin recebeu o reforço de Michel Temer para impedir a adesão (ou, mais provavelmente, a barganha) do DEM e de grupos do “centrão” a Ciro Gomes.

O ex-governador paulista, que já não vai bem das pernas, não resistiria à perda do tempo de televisão que é, ainda, seu único trunfo.

Mas engana-se quem achar que Temer dá “de graça” esta “mãozinha” a Alckmin.

De agora até o dia cinco de agosto, data limite das convenções partidárias, um decisão terá de ser tomada.

Ou Alckmin vai para o sacrifício de defender o “legado de Temer” ou serão imensas as perspectivas de que seja substituído como candidato.

João Doria topa e Paulo Fiesp Skaf ficaria de “favorito” para o Palácio dos Bandeirantes.

Até porque o compromisso de Márcio França de apoiar Alckmin, embora mantido pelo candidato do PSB, foi traído pelos tucanos, sem a menor cerimônia.

Ainda há uma dança de punhais no tucanato e no governismo. E punhais acabam matando.

❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.

Cortes 247

Participe da discussão

Ao vivo

Inscreva-se

Cobertura contínua dos principais assuntos do dia.

Hoje na TV 247 3 de Julho
Acompanhe as
últimas notícias