Decênio do PT: "A população não tem o que comemorar"
Pré-candidato ao Governo da Bahia em 2014, o ex-prefeito de Mata de São João, o tucano João João Gualberto, avalia que a baixa aprovação popular da gestão de Jaques Wagner (PT) "reflete a falta de resultados que elevassem a qualidade de vida da população"; "Nesta semana o PT fez festa para celebrar pura e simplesmente os 10 anos de poder e nada mais. Nas ruas, a população não tem motivos para comemorar. Não há ganhos sociais satisfatórios e concretos que justifiquem e motivem tal celebração"

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Bahia 247
Para o pré-candidato do PSDB ao comando do Executivo baiano em 2014, João Gualberto, a queda de avaliação do governador Jaques Wagner (iniciada em 2012 depois das greves da PM e dos professores) "reflete a falta de resultados que elevassem a qualidade de vida da população".
Pesquisa Ibope feita em parceria com a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) divulgada na quinta-feira (25) revelou que apenas 28% dos baianos avaliam a gestão petista como boa ou ótima e 68% como regular, ruim ou péssima.
"Nesta semana o PT fez festa para celebrar pura e simplesmente os 10 anos de poder e nada mais. Nas ruas, a população não tem motivos para comemorar. Não há ganhos sociais satisfatórios e concretos que justifiquem e motivem tal celebração", avaliou o tucano.
Gualberto considerou "relevante" o índice de 66% dos baianos que acreditam que o governador Jaques Wagner e seus secretários utilizam "mal ou muito mal" os recursos públicos.
"Sempre defendi a ideia que falta trabalho e gestão nesse governo baiano do PT. Há alguns dias, o governador defendeu veementemente a manutenção das suas 31 secretarias, o que vai na contramão da otimização das despesas. O governo que o antecedeu (Paulo Souto, do DEM) conseguiu fazer uma administração com resultados muito mais expressivos com apenas 19 secretarias na máquina pública. Tem melhor exemplo de falta de conhecimento administrativo do que esse?".
O pré-candidato tucano sugeriu que Wagner reduza o número de secretarias para investir em segurança pública.
"Os recursos para manter o excedente dessa máquina poderia retirar da Bahia, por exemplo, o vergonhoso título do estado brasileiro com maior índice de homicídios entre jovens. Outros estados do país que mantinham índices muito superiores aos nossos conseguiram reduzir a violência. A Bahia, por falta de investimentos e medidas eficazes, conseguiu aumentar".
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