Mauro Ricardo nega ciência de ninho corrupto
Atual secretário da Fazenda de Salvador, Mauro Ricardo Costa Ribeiro nega envolvimento em suposta quadrilha de ex-servidores da Prefeitura de São Paulo; do alto escalão da Secretaria de Finanças, da qual Mauro era titular na gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), quatro antigos auxiliares dele foram presos nesta manhã sob acusação de desviar mais de R$ 500 milhões dos cofres municipais por meio de abatimento irregular de dívidas de ISS; "Não tenho qualquer envolvimento com tais denúncias e espero que a Justiça cumpra o seu papel de investigar e punir os eventuais responsáveis", diz

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Bahia 247
O secretário da Fazenda de Salvador, Mauro Ricardo Costa Ribeiro, negou envolvimento numa suposta quadrilha de ex-servidores da Prefeitura de São Paulo denunciada pelo Ministério Público. Do alto escalão da Secretaria de Finanças, da qual Mauro era titular na gestão do ex-prefeito Gilberto Kassab (PSD), quatro pessoas foram presas nesta manhã sob acusação de desviar mais de R$ 500 milhões dos cofres municipais por meio do abatimento irregular de dívidas de ISS – Imposto Sobre Serviço, o principal tributo da capital paulista.
"Com relação às notícias veiculadas na imprensa acerca de supostas irregularidades praticadas por funcionários da Secretaria de Finanças de São Paulo, venho a lamentar que tais fatos, caso sejam comprovados, tenham sido praticados por servidores públicos municipais concursados", disse Mauro Ricardo em nota à imprensa.
O secretário da Fazenda de Salvador diz que confia no Ministério Público para esclarecer o possível esquema. "O Ministério Público de São Paulo tem todas as condições de elucidar o ocorrido e apresentar a denúncia à Justiça, a quem cabe julgar os fatos. Não tenho qualquer envolvimento com tais denúncias e espero que a Justiça cumpra o seu papel de investigar e punir os eventuais responsáveis".
Segundo investigação com origem em março na Controladoria Geral do Município de São Paulo, criada pelo atual prefeito Fernando Haddad (PT), o grupo concedia "habite-se" para grandes construtoras de imóveis por meio de recebimentos pessoais por fora dos meios normais.
Num dos casos apurados, uma construtora com dívida de R$ 480 mil de ISS conseguiu liberar a construção e entrega de um prédio recolhendo apenas R$ 12 mil aos cofres públicos.
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