Eliana Calmon: "Vou abrir a caixa preta do Senado"
Notada em nível nacional depois de denunciar "a existência de muitos bandidos de toga no Judiciário", a juíza-política afirma que, se eleita, vai "abrir a caixa preta do Senado; "Começa muita coisa no Senado. Existem muitas coisas que é competência do senador. Todas as atividades importantes passam por lá. Eu sou contra o cooperativismo. Eu abri a caixa preta do judiciário e apontei quem estava errado. Pretendo fazer a mesma coisa no Senado. Terei munição para falar e repercutir", diz a 'heroína' que disputa uma vaga no Senado pelo PSB

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Bahia 247 - Embora negue a todo custo que se beneficiou dos cargos que ocupou para ganhar visibilidade, a ministra aposentada do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Eliana Calmon, que á candidata ao Senado pelo PSB, admite que o Poder Judiciário brasileiro tem muito envolvimento com a política partidária.
Ela disse em entrevista à TV Aratu nesta manhã que seguirá estratégia de não responder a possíveis ofensas vindas dos adversários.
"Eu sou neófita na política, eu nunca questionei esse tipo de coisa. Porque se diz que não tem política no Judiciário, mas ali é que tem muita política. Nunca parti para confronto, porque eu entendo que isso não traz melhoria para a instituição. Fica sem resposta. A não ser que seja uma coisa pessoal, agressiva à minha honra, à minha palavra. Aí eu vou para esclarecer".
Notada em nível nacional depois de denunciar "a existência de muitos bandidos de toga no Judiciário", a juíza-política afirma que, se eleita, vai "abrir a caixa preta do Senado.
"Começa muita coisa no Senado. Existem muitas coisas que é competência do senador. Todas as atividades importantes passam por lá. Eu sou contra o cooperativismo. Eu abri a caixa preta do judiciário e apontei quem estava errado. Pretendo fazer a mesma coisa no Senado. Terei munição para falar e repercutir".
A juíza-política afirma que sua maior arma na disputa é sua história. "Minha resposta é minha biografia. Eu não personalizo nada, eu sou ligada às instituições, eu falo de instituições e não de pessoas. Quem tem que julgar não sou eu, são os eleitores".
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