PT "se arrepende" das escolhas para Bahia e SP
Cúpula do PT mostra arrependimento sobre a escolha de alguns candidatos para as eleições estaduais, de acordo com o jornalista Gerson Camarotti; segundo ele, depois da última pesquisa Ibope que apontou Rui Costa com apenas 8% das intenções de voto diante dos 42% de Paulo Souto (DEM), a Executiva nacional do PT "teme que o baixo desempenho do partido na Bahia prejudique a votação da presidente Dilma"; temor é forte em São Paulo também; "Mais do que São Paulo, o que está em jogo desta vez é a eleição nacional"

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Bahia 247 - Membros da cúpula nacional do PT começaram a mostrar arrependimento sobre a escolha de alguns candidatos para disputar as eleições em âmbito estadual, de acordo com o Blog do Camarotti, do jornalista político Gerson Camarotti.
Segundo ele, os principais alvos de lamentação são os candidatos ao governo do Bahia, Rui Costa; e ao governo de São Paulo, o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha.
Ainda de acordo com Camarotti, os membros da direção do PT reconheciam como melhor opção para a Bahia o senador Walter Pinheiro (PT), que tinha melhor avaliação popular e se apresentou previamente como opção para chapa majoritária.
Depois da última pesquisa Ibope, divilgada há duas semana, que apontou Rui Costa com apenas 8% das intenções de voto diante dos 42% de Paulo Souto (DEM), a Executiva nacional do PT "teme que o baixo desempenho do partido na Bahia", que tem o quarto maior colégio eleitoral do país, "prejudique a votação da presidente Dilma Rousseff".
Em relação a Padilha, ainda segundo Camarotti, os dirigentes petistas acreditam que a melhor opção seria o ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, que é mais conhecido da população e começaria a campanha à frente dos adversários.
"Não dá para lançar um nome novo numa eleição com forte potencial de risco. Mais do que São Paulo, o que está em jogo desta vez é a eleição nacional. Lula tem grande intuição. Foi assim com Dilma, em 2010, e Fernando Haddad, em 2012. Mas dessa vez, foi um erro", disse um membro do diretório nacional do partido.
Outra opção seria o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ao qual o ex-presidente Lula teria resistência.
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