Rede oficializa Marina como vice de Campos
Rede homologou neste sábado (17) a pré-candidatura da ex-senadora Marina Silva à vice-presidência na chapa encabeçada por Eduardo Campos (PSB-Rede-PPS-PPL); de acordo com ela, a aliança já definiu candidatura própria ao governo em 14 estados; "Aquilo o que as pessoas imaginam como um tensionamento da Rede com o PSB e o PPS não é nada disso. Há um esforço, porque afinal de contas eles estavam em uma trajetória, com uma série de composições que vinham sendo debatidas na realidade anterior à coligação e que agora, nessa nova realidade, o próprio partido e o governador Eduardo Campos estão reposicionando", disse

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247 - A Rede homologou neste sábado (17) a pré-candidatura da ex-senadora e ex-ministra Marina Silva à vice-presidência na chapa encabeçada por Eduardo Campos (PSB-Rede-PPS-PPL). A agremiação levará o nome de Marina para a convenção do PSB que será realizada no fim de junho.
A Rede realiza neste fim de semana o seu primeiro congresso nacional, em Brasília, para definir sua estrutura formal. De acordo com Bazileu Margarido, coordenador executivo do grupo, apesar de não ser ainda um partido legal, a Rede já está se organizando internamente. Além de discutir a conjuntura do país e a tática eleitoral para 2014, a Rede definirá sua política de organização nacional e escolherá os membros do Diretório Nacional, Executiva Nacional e da Comissão de Ética, além dos pré-candidatos aos executivos estaduais e ao legislativo.
De acordo com Marina, a aliança já definiu candidatura própria ao governo em 14 estados. Em São Paulo, a Rede e o PSB ainda discutem qual é o melhor nome para a candidatura ao governo local. Três nomes ainda estão sendo analisados: o do vereador Ricardo Young (PPS), de João Paulo Capobianco, que foi coordenador da campanha de Marina à presidência em 2010 e atualmente nome defendido pela Rede, e do deputado Márcio França (PSB).
"Em São Paulo temos a decisão da candidatura [própria] e uma quantidade significativa de candidatos. [...] Está sendo um esforço mão a mão dos partidos que compõem a aliança", afirmou Marina. Já em Minas Gerais o cenário está indefinido mas, segundo Marina, tende também a uma candidatura própria.
"Aquilo o que as pessoas imaginam como um tensionamento da Rede com o PSB e o PPS não é nada disso. Muito pelo contrário. Há um esforço, sendo que a maior parte desse esforço está sendo feito pelo PSB e pelo governador Eduardo Campos porque afinal de contas eles estavam em uma trajetória, com uma série de composições que vinham sendo debatidas na realidade anterior à coligação e que agora, nessa nova realidade, o próprio partido e o governador estão reposicionando", afirmou Marina.
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