Inconformado, MBL diz que STF fez 'golpe' ao barrar rito de Cunha
Movimento Brasil Livre (MBL), que defende o impeachment da presidente Dilma, com o apoio do Vem Pra Rua e também do PSDB, afirma em texto que decisão do STF contra o rito determinado por Eduardo Cunha foi um "golpe vermelho" e um "tapa na cara de quase 70% dos brasileiros que defendem a destituição da presidente Dilma"; ainda segundo o texto, a decisão do Supremo foi "mais um momento de vergonha para as nossas instituições"

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247 - A decisão do STF que resultou na alteração do rito do impeachment definido pelo presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), não repercutiu bem junto aos membros do Movimento Brasil Livre (MBL), que defende o afastamento imediato da presidente. Por meio de nota, o MBL - que conta com o apoio do Vem Pra Rua – disse que decisão do STF foi um "golpe vermelho" e um "tapa na cara de quase 70% dos brasileiros que defendem a destituição da presidente Dilma". Ainda segundo o texto, a decisão do STF foi "mais um momento de vergonha para as instituições.
Mais cedo, o ex-ministro da Justiça do governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB), Miguel Reali Jr. havia malhado a decisão do STF. "Está sendo praticado um ativismo de altíssimo grau no STF. O Supremo não está contente em julgar e quer legislar", disparou. O PSDB é o principal partido de oposição a apoiar o afastamento da presidente Dilma.
Com o apoio tucano, o MBL e o Vem Pra Rua, estão programando uma nova manifestação a favor do impeachment para o dia 13 de março.
Confira abaixo a íntegra da nota do MBL
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