Polícia Civil identifica assassino do agente da Monte Carlo
Depoimentos dos jardineiros e imagens das câmeras de segurança do cemitério permitiram o reconhecimento; Wilton Tapajós Macedo, que investigou Carlinhos Cachoeira, foi morto com dois tiros na nuca na última terça-feira; polícia já descartou latrocínio

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Brasília 247 – Um dia depois do assassinato do policial federal Wilton Tapajós Macedo, a Polícia Civil já tem um suspeito. Em paralelo, a Polícia Federal também investiga o caso. Tapajós trabalhou na Operação Monte Carlo, que levou Cachoeira para a prisão. Ele foi morto com dois tiros na nuca na terça-feira 17.
A identificação foi possível com a análise das imagens das oito câmeras de segurança do cemitério Campo da Esperança, onde aconteceu o homicídio. Depoimento de jardineiros que viram o carro com os criminosos também ajudou no reconhecimento.
Dois cunhados de Wilton também foram ouvidos sobre possíveis ameaças ao agente. O policial federal chegou a registrar uma ocorrência contando que foi perseguido.
Nesta tarde, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, pediu rigor nas investigações. "Não vou afirmar nem que há indícios nem que não há [da relação do crime e com a participação do agente em operações] porque qualquer afirmação neste momento seria absolutamente leviana. Estamos tentando elucidar esse assassinato", disse. "Vamos aprofundar as investigações e, a partir do que for apurado, tomar as providências", completou o ministro.
Ainda não foi identificada a causa da morte, mas a polícia já descartou latrocínio.
O enterro está marcado para às 11h de quinta-feira 19, no cemitério Campo da Esperança.
Com informações do DFTV.
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