Feliciano: só saio morto
Sob protesto, pastor do PSC descarta deixar a presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara e prepara viagem oficial à Bolíva para tratar do caso dos corintianos presos após a morte de um garoto numa partida de futebol

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247 - O deputado Marco Feliciano (PSC-SP) não parece mesmo incomodado com a onda de protestos contra sua presidência na Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Em entrevista a Sabrina Sato, ele disse: “Uma renúncia minha agora é como se eu assinasse um atestado de confissão.”
Acusado de ser homofóbico e racista, o pastor não pretende deixar o cargo e já faz publicidade de seus passos como presidente da Comissão. “Fui eleito por um colegiado”, ele declarou. “É um acordo partidário. E acordo partidário não se quebra. Só se eu morrer.”
No Twitter, ele convida seguidores a assistirem a entrevista e anuncia viagem oficial à Bolívia, para tratar do caso dos corintianos presos naquele país após a morte de um garoto numa partida de futebol.
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