Atirador deixa mortos em base do Exército no Texas
Fort Hood também foi palco de um tiroteio em 2009, afirmou o secretário de Defesa, Chuck Hagel; presidente dos EUA, Barack Obama, declarou que estava "com o coração partido" com o episódio; pelo menos 14 pessoas foram atingidas

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AUSTIN, Estados Unidos, 2 Abr (Reuters) - Pelo menos um homem armado abriu fogo em Fort Hood nesta quarta-feira, deixando mortos e feridos em uma base do Exército no centro do Texas, nos Estados Unidos, a mesma que foi palco de um tiroteio em 2009, afirmou o secretário de Defesa, Chuck Hagel.
"É uma tragédia terrível. Nós sabemos disso. Sabemos que há vítimas, mortos e feridos", disse Hagel em entrevista coletiva em Honolulu, onde estava reunido com ministros da Defesa asiáticos.
"Nós não temos todos os fatos ainda. Ainda está sob investigação", acrescentou.
Uma autoridade norte-americana, que falou sob condição de anonimato, disse que havia um morto e 14 feridos, mas ressaltou que a informação era preliminar e que não poderia confirmar o relato de que o atirador estaria morto.
A base informou em um comunicado que sua diretoria de serviços de emergência "tem um relato inicial de que um atirador está morto", mas acrescentou que a informação não estava confirmada.
"O número de feridos não está confirmado neste momento", acrescentou.
A mídia local disse que poderia haver dois atiradores suspeitos.
O presidente dos EUA, Barack Obama, declarou que estava "com o coração partido" com outro tiroteio na base de Fort Hood.
"Nós estamos checando exatamente o que aconteceu", disse Obama a jornalistas em Chicago, para onde viajou para captação de recursos do Partido Democrata. "Estamos com o coração partido que algo assim possa ter acontecido de novo."
O tiroteio foi o terceiro incidente desse tipo em uma base militar dos EUA em cerca de seis meses.
A base foi colocada em confinamento e a polícia isolou o perímetro do edifício, disseram oficiais militares e policiais. Imagens ao vivo de TV mostravam helicópteros sobrevoando a região.
Autoridades aconselharam os militares a ficar longe de janelas e manter as portas fechadas e trancadas.
(Por Jon Herskovitz, com reportagem adicional de Lisa Maria Garza, em Dallas; e de Caren Bohan, em Washington)
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