Rede não revela ‘padrinhos’ de Marina
Sigla alega que os R$ 800 mil já consumidos no projeto de criação na Justiça Eleitoral provêm de centenas de doadores financeiros. Em 2010, Neca Setubal, socióloga e herdeira do banco Itaú, contribuiu com quase R$ 20 milhões à campanha da então candidata à presidente, e Guilherme Leal, um dos fundadores da Natura, desembolsou mais de R$ 570 mil

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247 - O processo de criação da Rede Sustentabilidade, sigla da ex-ministra Marina Silva, já consumiu cerca de R$ 800 mil, segundo informações do Estadão. A estimativa é que essa cifra aumente em torno de 15% até o prazo final para o registro Justiça Eleitoral, no dia 5 de outubro.
No entanto, a Rede não divulga quem está por trás desse financiamento. "São centenas de doadores financeiros que contribuíram com os gastos até o momento e milhares de pessoas que doaram seu tempo, em coleta de assinaturas, em processamento e relação com cartórios", alegaram ao jornal.
Em 2010, Neca Setubal, socióloga e herdeira do banco Itaú, contribuiu com quase R$ 20 milhões à campanha da então candidata à presidente, e Guilherme Leal, um dos fundadores da Natura, desembolsou mais de R$ 570 mil.
Neca continua 'abençoando' a candidatura de Marina. Em abril, organizou um café da manhã em São Paulo com cerca de 70 empresários, que pagaram R$ 700 para ouvir as motivações de Marina.
Marina também conta com o apoio da classe artística. Em maio, Adriana Calcanhoto, Nando Reis e Arnaldo Antunes doaram a participação e o dinheiro da bilheteria de um show na capital paulista, que teria arrecadado R$ 100 mil.
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