Parte do PP pode barrar na Justiça pré-apoio a Dilma
No dia 14 de maio, a cúpula nacional do Partido Progressista, comandada pelo presidente Ciro Nogueira, definiu que iria apoiar a candidatura à reeleição do PT; no entanto, grupos liderados pela região Sudeste e Sul do país, que mantinham diálogo com o presidenciável tucano Aécio Neves, estudam entrar com um mandado de segurança na Justiça Eleitoral para levar decisão ao voto na convenção do partido, em junho

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247 – Uma parte do PP que rejeitam o apoio do partido à reeleição de Dilma estudam entrar com um mandado de segurança na Justiça Eleitoral.
Segundo a colunista Vera Magalhães, eles querem que a decisão só seja tomada no voto, na convenção do partido, marcada para junho.
No dia 14 de maio, a cúpula nacional do Partido Progressista definiu que iria apoiar a candidatura à reeleição do PT. Após a reunião que foi comandada pelo presidente Ciro Nogueira, membros do diretório nacional foram informados da decisão do partido.
Setores do PP da região Sudeste e Sul do país defendiam uma composição com o PSDB e com o seu presidenciável Aécio Neves.
A senadora Ana Amélia, do Rio Grande do Sul, por exemplo, não esconde sua preferência pelo candidato tucano. O fato do presidente de honra do PP, senador Francisco Dornelles, ser tio de Aécio facilitou o trânsito do tucano entre os pepistas.
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