Após críticas, Temer defende Meirelles
Vice-presidente em exercício Michel Temerdefendeu o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, ao afirmar que a equipe econômica está trabalhando corretamente e vai conseguir aprovar o essencial no projeto de renegociação das dívidas dos governos estaduais; "Eu não endosso avaliações de assessores do meu governo, de que o ministro Meirelles errou nas negociações da dívida dos Estados", disse Temer; afago veio após integrantes do governo criticarem Meirelles dizendo que ele errou ao negociar a ajuda financeira aos Estados quando insistiu na inclusão do veto ao reajuste dos funcionários públicosi

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247 - O vice-presidente em exercício Michel Temer saiu em defesa do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, e afirmou que a equipe econômica está trabalhando corretamente e vai conseguir aprovar o essencial no que diz respeito ao projeto de renegociação das dívidas dos governos estaduais. "Eu não endosso avaliações de assessores do meu governo, de que o ministro Meirelles errou nas negociações da dívida dos Estados. O que aconteceu foi a retirada de um trecho redundante com dispositivos já existentes que controlam os gastos com pessoal", disse Temer.
Temer reiterou o discurso de que os líderes da base governista na Câmara haviam alertado para o fato de que o trecho da proposta que vetava o reajuste de servidores públicos por até dois anos poderia inviabilizar a votação do projeto. "Como já existem legalmente limites para o crescimento dos gastos com pessoal, nós preferimos tirar este trecho para aprovar a proposta, o que acabou acontecendo", justificou.
O afago a Meirelles vem na esteira de matérias veiculadas pela mídia dando conta de que muitos integrantes do governo avaliaram que Meirelles errou ao negociar a ajuda financeira aos Estados quando insistiu na inclusão do veto do reajuste aos funcionários públicos. O texto base foi aprovado pela Câmara, mas será feita uma análise em separado do projeto enviado pelo governo.
"Eu quero desmentir assessores da minha equipe que tenham esta avaliação. Tudo foi discutido e acertado com o próprio Meirelles, de que era possível retirar este trecho, porque seu objetivo, de certa forma, já está garantido por mecanismos existentes hoje na Constituição e na Lei de Responsabilidade Fiscal", afirmou Temer.
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