Cinform ataca fundações e fala em caos na saúde
Em editorial, o jornal cita problemas com contratação de funcionários, desabastecimento de remédios, perda de controle social e fala em terceirização da prestação dos serviços de saúde; para amparar críticas, reportagem ouve Ministério Público, oposição na Assembleia Legislativa e sindicato dos médicos; diretor da fundação hospitalar (foto) admite problemas e secretária da saúde diz que é preciso entender que a estrutura da fundação é recente e passa por ajustes; Cinform questiona a eficiência das fundações e ironiza a persistência da administração estadual em mantê-las em funcionamento

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Sergipe 247 – O jornal Cinform desta semana mira nas fundações de saúde para atacar o Governo do Estado. Segundo o impresso, a Fundação Hospitalar de Saúde foi criada para acabar com o caos no setor, mas, passados quatros anos, a situação continua crítica. Entrevista pelo jornal, a promotora Euza Missano diz que o serviço oferecido atualmente pela Saúde Estadual está “longe do ideal”.
Também ouvido pela reportagem, o presidente da comissão de saúde da Assembleia, o deputado de oposição e médico Gilson Andrade (PTC), o cenário de caos é generalizado, tanto nos hospitais da capital quanto no interior. De acordo com ele, as fundações trabalham sem qualquer planejamento.
O presidente do sindicato dos médicos, João Augusto Oliveira, diz ao Cinform que as fundações foram mais uma decepção para a categoria que ele representa. “Em quatro anos não houve melhorias no ambiente de trabalho. A infraestrutura é péssima e a cobrança sempre vem para cima dos médicos”, reclama.
O diretor-geral da Fundação Hospitalar, Marcelo Vieira (foto), admite ao jornal os problemas e afirma que desde o começo, a gestão atual no vermelho. Isso justificaria, segundo ele, as constantes falhas no abastecimento de medicamentos, por exemplo. Já a secretária estadual da Saúde, Joélia Santos, diz que é preciso entender que a estrutura da fundação é recente e passa por um processo de ajustes e adequações.
Em editorial, o Cinform repisa os problemas e questiona a eficiência das fundações e ironiza a persistência da administração estadual em mantê-las como modelo de gestão.
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