CCE, G Barbosa, Bradesco e Oi lideram reclamações do consumidor sergipano

Em 2012, foram registradas 17.740 reclamações no Estado; completam a lista das 10 mais reclamadas do Procon/SE a Energisa, Insinuante, Ricardo Eletro, Caixa e Claro TV; a diretora do Procon, Gilza Brito, enfatizou que com a divulgação desses dados, o órgão oferece ao consumidor, com transparência, a oportunidade de acompanhar o comportamento das empresas no mercado de consumo; debate foi realizado na Câmara por sugestão do vereador Lucas Aribé (PSB)

CCE, G Barbosa, Bradesco e Oi lideram reclamações do consumidor sergipano
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Sergipe 247 - A Coordenadoria Estadual de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) de Sergipe divulgou a lista das dez empresas que lideram o cadastro de reclamações do órgão no Estado. Só em 2012, foram registradas 17.740 reclamações. A empresa mais citada de maneira negativa pelos consumidores é a CCE, fabricante de eletroeletrônicos. O segundo lugar fica com a rede de supermercado G. Barbosa. Em seguida, aparece o banco Bradesco.

Na lista das insatisfações do consumidor são citadas ainda a empresa de telefonia fixa, Oi (4º lugar), a Energisa (5º), as Lojas Insinuante e Ricardo Eletro (6º), a Oi Velox (7º), a Caixa Econômica Federal (8º), a Claro TV (9º) e a Oi TV (10º). A diretora do Procon, Gilza Brito, enfatizou que com a divulgação do Cadastro, o órgão oferece ao consumidor, com transparência, a oportunidade de acompanhar o comportamento das empresas no mercado de consumo.

O tema foi razão de uma audiência pública na Câmara de Aracaju, na última sexta-feira, 15, Dia Internacional do Consumidor, por iniciativa do vereador Lucas Aribé (PSB). No encontro, o defensor público Eric Martins destacou a cobrança do cumprimento da legislação. "Não basta exigir a lei do papel, é preciso, efetivamente, exercê-la. Nesse ponto, destaco a importância de órgãos como Procon, Polícia Civil, entre outros", disse.

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Ele destacou ainda a importância da ação civil pública nos casos do consumidor de forma específica. "A ação civil pública é a principal arma contra os não cumprimentos do Código de Defesa do Consumidor", reforçou. O delegado da Proteção ao Consumidor, Paulo Ferreira Lima, aproveitou a sessão para pontuar os problemas encontrados para fazer com que a lei seja cumprida. "A atuação da nossa delegacia se dá em casos que tenham relação com o código penal e código de defesa do consumidor. Entretanto, temos muitas dificuldades para fazer essa delegacia funcionar da forma correta", reclamou.

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