Por Erickson Ferrer
Notícias Paraná
“O momento é de insegurança”. Foi como o prefeito de Curitiba Gustavo Fruet (PDT) reagiu neste sábado (22) ao ser questionado sobre o impasse em torno da tarifa do transporte coletivo. Ele espera que as soluções surjam na semana que vem. A próxima rodada de negociações entre governo do estado e municípios está marcada para segunda-feira (24).
Segundo Fruet, há pelo menos três cenários sobre o futuro do preço da passagem: a redução em R$ 0,43 da tarifa técnica, aquela paga às empresas, como determinou o Tribunal de Contas do Estado; sem a redução, conforme liminar do Tribunal de Justiça do Paraná que suspendeu a decisão do TCE; e com o dissídio dos trabalhadores transporte coletivo.
“Já sabemos, por exemplo, que o reajuste salarial de motoristas e cobradores deve ser de, no mínimo, 10,5%”, diz Fruet. Para definir o valor da tarifa, o prefeito quer saber se o estado vai dar algum subsídio e de quanto ele será. Sem ajuda estadual, Fruet diz que Curitiba não tem como bancar a integração dos outros municípios da região metropolitana ao sistema.
O prefeito revela ainda que outra variável pode vir dos tribunais, caso haja o entendimento de que a composição da planilha de custos está errada. Isso poderia levar ao cancelamento da licitação das empresas que exploram o transporte coletivo. “Precisamos deixar tudo isso claro, senão a discussão não vai ter fim”, afirma.
❗ Se você tem algum posicionamento a acrescentar nesta matéria ou alguma correção a fazer, entre em contato com redacao@brasil247.com.br.
✅ Receba as notícias do Brasil 247 e da TV 247 no Telegram do 247 e no canal do 247 no WhatsApp.
Apoie o jornalismo independente do 247:







Participe da discussão