“Nova proposta representa à volta do diálogo”

Formulada para dar fim à greve dos professores que já dura 37 dias, a nova proposta criada pelo governo estadual, junto com deputados estaduais e representantes dos servidores foi comemorada pelo deputado estadual Rasca Rodrigues (PV); para ele, a disposição dos deputados governistas e da oposição, com apoio do Executivo, representa um grande avanço na…

Formulada para dar fim à greve dos professores que já dura 37 dias, a nova proposta criada pelo governo estadual, junto com deputados estaduais e representantes dos servidores foi comemorada pelo deputado estadual Rasca Rodrigues (PV); para ele, a disposição dos deputados governistas e da oposição, com apoio do Executivo, representa um grande avanço na retomada das negociações; cauteloso, Rasca destacou ainda que o acordo só será fechado com a aprovação dos servidores estaduais, em Assembleia Geral, que será convocada nos próximos dias
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Notícias Paraná – Formulada para dar fim à greve dos professores que já dura 37 dias, a nova proposta criada nesta quarta-feira (3) pelo Governo do Estado, junto com deputados estaduais e representantes dos servidores foi comemorada pelo deputado estadual Rasca Rodrigues (PV). Para ele, a disposição dos deputados governistas e da oposição, com apoio do Governo, representa um grande avanço na retomada das negociações.

Cauteloso, Rasca destacou ainda que o acordo só será fechado com a aprovação dos servidores estaduais, em Assembleia Geral, que será convocada nos próximos dias. “Houve um significativo avanço hoje, mas quem vai dar a palavra final são os servidores estaduais. Irei acompanhar a decisão das assembleias e nosso mandato acompanhará essa decisão”, explicou o deputado do PV.

Pela nova proposta – assinada pelo líder do Governo, deputado Luiz Claudio Romanelli (PMDB) e pelo presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ademar Traiano (PSDB) – os servidores receberiam 3,45% em parcela única, em outubro de 2015 (revisão dos meses de maio a dezembro). Em 1º de janeiro de 2016, haveria nova revisão dos meses de janeiro a dezembro de 2015, algo em torno de 8,5%.

Já em 1º de janeiro de 2017 seria paga a inflação do período de janeiro a dezembro de 2016, além de aumento real de 1% para compensar os meses não pagos em 2015. Em maio de 2017, está previsto outro reajuste com base na inflação de janeiro a abril do mesmo ano.

Por fim, em 1º de maio de 2018, a data-base voltaria a normalidade, ou seja, revisão dos últimos doze meses pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

*Com Assessoria

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