Homenagem da Mangueira a Marielle reforça luta por direitos humanos
Em um lindo samba enredo, a Mangueira homenageia a vereadora Marielle Franco, do PSOL carioca, que foi assassinada junto com seu motorista Anderson Gomes há exatos 300 dias num crime bárbaro ainda sem solução; enredo da escola – História pra ninar gente grande – tem como tema a "história que a história não conta" e o samba Eu quero um Brasil que não está no retrato; no refrão, o nome da vereadora é citado: "Brasil, chegou a vez de ouvir as Marias, Mahins, Marielles, Malês"; assista

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247 - Circula nas redes sociais um vídeo do enredo da escola de samba Mangueira em homenagem à vereadora Marielle Franco, assassinada junto com o motorista Anderson Gomes no Estácio, bairro na região central do Rio, em 14 de março deste ano.
O enredo da escola – História pra ninar gente grande – tem como tema a "história que a história não conta" e o samba Eu quero um Brasil que não está no retrato. No refrão, o nome da vereadora é citado: "Brasil, chegou a vez de ouvir as Marias, Mahins, Marielles, Malês".
Nesta terça-feira, as mortes de Marielle e Anderson completam 300 dias sem solução. A viúva da parlamentar, Mônica Benício, teme que o crime seja esquecido e apela para que as pessoas participem de atos em memória dos dois para cobrar da polícia uma resposta sobre os verdadeiros culpados.
"Com o tempo, a morte dá uma sensação de conformismo. Se a onda da indignação acabar, as pessoas se acostumam com a ausência. Não podemos deixar de cobrar. Quem matou a minha mulher? Quem foi o mandante? Ela se tornou símbolo político, representante de lutas específicas na área de direitos humanos. Ela construía um sonho. Não podem descartá-la simplesmente por ser mulher, negra, pobre e lésbica. Não podemos nos calar", diz Mônica.
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