Startup cria aplicativo para combater o Aedes
Startup de prevenção e promoção da saúde Tá.Na.Hora firmou uma parceria com a Prefeitura de Palmeira dos Índios, interior de Alagoas, para combater o mosquito Aedes Aegypti, que transmite o Zika Vírus, dengue e febre chicungunya; empresa desenvolveu sistema de tecnologia de informação, engajamento e monitoramento via mensagens de texto (SMS); mais de 2 mil habitantes receberão, sem nenhum custo, torpedos segmentados por bairros com direcionamentos para a eliminação de focos do mosquito; população também poderá interagir com os órgãos de saúde para relatar sintomas das doenças

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StartSe - A Tá.Na.Hora, startup de prevenção e promoção da saúde, inicia em fevereiro uma parceria com a Prefeitura de Palmeira dos Índios (Alagoas) para combater o Aedes Aegypti. A tecnologia de informação, engajamento e monitoramento via mensagens SMS desenvolvida pela empresa tem o objetivo de envolver a população no combate ao mosquito transmissor do Zika Vírus, da dengue e da febre chicungunya, ampliando o poder de atuação da gestão pública municipal.
Em um piloto inicial, mais de 2 mil habitantes receberão em seus celulares, sem nenhum custo, torpedos segmentados por bairros com direcionamentos para eliminação de focos do mosquito.
Além disso, os moradores poderão reportar sintomas das doenças e enviar avisos diretamente para a Secretaria Municipal da Saúde (SMS). "Temos feito um trabalho de prevenção constante contra o Aedes Aegypti.
A inovação oferecida pela Tá.Na.Hora irá nos ajudar a estabelecer uma comunicação mais próxima e dinâmica com os municípios e melhorar as diversas estratégias que temos usado para proteger a população", afirma o Secretário de Saúde de Palmeira dos Índios, Glifson Magalhães.
Segundo o Ministério da Saúde, o aumento dos casos de microcefalia está associado ao Zika Vírus. Por esse motivo, o programa terá um foco especial voltado ao acompanhamento de gestantes, principalmente para mulheres que estiverem nos três primeiros meses de gravidez, período de maior risco de infecção.
Ainda de acordo com os últimos registros divulgados pelo Governo Federal no final de janeiro, somente na região Nordeste entre 2015 e 2016 foram notificados 3.607 casos da doença, com 12 óbitos por malformação congênita após o parto (natimorto) ou durante a gestação (abortamento espontâneo).
O sistema de gestão populacional da Tá.Na.Hora é especializado na ciência do comportamento e engajamento, duas áreas fundamentais para que as medidas de prevenção de doenças e promoção da saúde consigam alcançar resultados positivos.
"Nossa plataforma é um instrumento de diálogo e nessa parceria com a Prefeitura de Palmeira dos Índios iremos engajar a população com ações de proteção individual e comunitária. Esse será um programa pioneiro de vigilância epidemiológica para reduzir a densidade vetorial do Aedes Aegypti com o uso de comunicação via celular", explica o cofundador da Tá.Na.Hora, Juliano Froehner.
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