Nassif mostra como EUA prepararam a Lava Jato e cooptaram a Justiça brasileira
O jornalista Luis Nassif, do jornal GGN, traça um histórico dos eventos que mostram a participação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos preparou na organização da operação Lava Jato; segundo ele, o próximo evento da Associação dos Juízes Federais, que é financiado pelo Departamento americano, é uma continuação do Projeto Pontes, que transformou definitivamente a Justiça e o Ministério Público Federal em instrumentos de disputas geopolíticas

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247 - O jornalista Luis Nassif, do jornal GGN, traça um histórico dos eventos que mostram a participação do Departamento de Justiça dos Estados Unidos preparou na organização da operação Lava Jato.
Segundo Nassif, o próximo evento da Associação dos Juízes Federais, que é financiado pelo Departamento americano, é uma continuação do Projeto Pontes, que transformou definitivamente a Justiça e o Ministério Público Federal em instrumentos de disputas geopolíticas.
Leia um trecho da análise:
"A conclusão final do encontro é que o Projeto Pontes deveria continuar a reunir as forças de segurança americanas e brasileiras em diferentes locais, 'para construir nossos relacionamentos e trocar boas práticas'. E concluía que, 'para os esforços de combate ao terrorismo, esperamos usar a abertura que esta conferência proporcionou para direcionar o treinamento de forças-tarefa de financiamento ilícito em um grande centro urbano'.
Nos anos seguintes, DHS, DoJ e CIA forneceram informalmente os elementos centrais que permitiram ao juiz Sérgio Moro, a partir de Curitiba, conduzir uma denúncia de corrupção ocorrida no Rio de Janeiro, tendo como personagens centrais pessoas de Brasília e São Paulo. Conferiu a juízes e procuradores o 'abra-te Sésamo', a informação provinda dos serviços de espionagem eletrônica americano, que lhes garantiu poder, glória e um protagonismo político inédito.
A consequência foi a destruição de parte relevante da economia brasileira, desmonte do sistema político e das instituições democráticas, permitindo à Lava Jato se tornar sócia do poder, através de seu aliado Jair Bolsonaro. E jamais apareceu um terrorista de verdade para justificar a parceria. O então Ministro da Justiça Alexandre Moraes precisou inventar terroristas de Internet.
É inacreditável que um evento tão ostensivo como este tenha passado despercebido do governo Lula, na época, cego pelo sucesso que marcou seu último ano de governo."
Leia o texto na íntegra no Jornal GGN.
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