Crise no Podemos aumenta e Moro pode ficar sem palanque do partido no Paraná
Ironicamente, a crise política de Moro vem justamente de onde ele se projetou para a política, o Paraná -- por meio da "República de Curitiba" --, e o Podemos
247 com Carta Capital - A crise que afeta o Podemos ganhou nesta quarta-feira (19) contornos rocambolescos no Paraná, estado do senador Álvaro Dias e do ex-juiz suspeito Sergio Moro, pré-candidato do partido à Presidência.
Conforme antecipou CartaCapital, dirigentes regionais e deputados da sigla estão insatisfeitos com os rumos da candidatura de Moro. Um dos grandes motivos é a implosão de acordos regionais, com palanques e chapas já encaminhadas para apoiar Lula ou Bolsonaro.
Ironicamente, a crise política de Moro vem justamente de onde ele se projetou para a política, o Paraná -- por meio da "República de Curitiba" --, e o Podemos.
A trinca que estava acertada no Partido consistia em: o ex-prefeito de Guarapuava Cesar Silvestri Filho concorreria ao governo estadual, Moro à Presidência e Álvaro Dias ao Senado.
O grande choque veio nesta manhã. Silvestri trocou o Podemos pelo PSDB e o arranjo melou -- com o aval do governador de SP e presidenciável João Doria. O pano de fundo no Paraná é a aproximação de Ratinho Júnior (PSD), candidato à reeleição, com Dias.
A crise de interesses é tão grave que levou o ex-juiz suspeito confirmou nesta semana, em conversas com aliados, que existem negociações para ele trocar o Podemos pelo União Brasil.
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