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    Novo reitor da UFPR tem perfil “anti-Moro"

    Ricardo Marcelo Fonseca, que será empossado nesta segunda-feira (19) como reitor da Universidade Federal do Paraná, é considerado um advogado “garantista” e democrata, ao contrário do seu colega professor, o juiz Sérgio Moro, que leciona a cadeira de Direito Processual Penal na mesma universidade; o curso de Direito da UFPR foi palco de vários atos políticos contra golpe que afastou a presidente Dilma do governo

    Ricardo Marcelo Fonseca, que será empossado nesta segunda-feira (19) como reitor da Universidade Federal do Paraná, é considerado um advogado “garantista” e democrata, ao contrário do seu colega professor, o juiz Sérgio Moro, que leciona a cadeira de Direito Processual Penal na mesma universidade; o curso de Direito da UFPR foi palco de vários atos políticos contra golpe que afastou a presidente Dilma do governo (Foto: Voney Malta)
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    Por blog do Esmael Morais - O advogado “garantista” Ricardo Marcelo Fonseca tomará posse daqui a pouco, às 19h, como novo reitor da tradicional Universidade Federal do Paraná.

    A solenidade na mais antiga universidade do país (104 anos) dar-se-á no Teatro da Reitoria, na Rua XV de Novembro, 1299, Centro de Curitiba.

    Ricardo Marcelo é um advogado democrata, garantista, portanto, diferente do juiz Sérgio Moro que leciona a cadeira de Direito Processual Penal na UFPR.

    O novo reitor da UFPR é professor da História do Direito, um “anti-Moro” do ponto de vista dialético e filosófico. É alaidos dos movimentos sociais e populares sem, no entanto, perder de perspectiva a amplitude do papel da universidade na sociedade.

    Ricardo Marcelo não faz nem faria oposição na instituição ao professor-magistrado. Pelo contrário. Só é muito melhor que o juiz Moro, diz a comunidade universitária.

    Aliás, o curso de Direito — do qual o novo reitor era diretor na UFPR — foi palco de inúmeros atos políticos contra golpe de Estado perpetrado pela Globo e Moro.

    Espaço democrático e trincheira da pluralidade, a UFPR abriu a série de eventos nacionais reprovando o autoritarismo e as ilegalidades do professor Sérgio Moro. Vide a célebre “Carta de Curitiba“, que, em março, denunciou o juiz Sérgio Moro por produzir provas de maneira criminosa, ilegal, como grampos telefônicos, bem como condução coercitiva — do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva — sem prévia intimação judicial.

     

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