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    Trump nega que Musk teria acesso a plano secreto para possível guerra com a China

    Segundo o New York Times, bilionário seria informado por oficiais do Pentágono; Trump rejeitou versão e afirmou que “a China não será sequer mencionada”

    Bilionário Elon Musk e presidente dos EUA, Donald Trump 11/02/2025 (Foto: REUTERS/Kevin Lamarque)
    Camila França avatar
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    WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, negou uma reportagem do New York Times que dizia que seu aliado próximo, o bilionário Elon Musk, seria informado pelo Pentágono na sexta-feira sobre plano das Forças Armadas norte-americanas para qualquer guerra que pudesse ocorrer com a China.

    "A China não será sequer mencionada ou discutida", disse Trump em uma postagem sobre a reunião do Pentágono no Truth Social na quinta-feira.

    O chefe do Pentágono, Pete Hegseth, afirmou no X que a reunião será "sobre inovação, eficiência e produção mais inteligente".

    Uma autoridade dos EUA, falando sob condição de anonimato, disse que o briefing para Musk teria a participação de oficiais militares sêniores dos EUA no Pentágono e seria uma visão geral sobre vários tópicos diferentes, incluindo a China.

    De acordo com reportagem do New York Times, o briefing incluiria de 20 a 30 slides que descrevem como os Estados Unidos lutariam em um conflito com a China. O jornal citou duas autoridades norte-americanas que não foram identificadas.

    O acesso ao plano militar bem guardado marcaria uma forte expansão do papel de Musk como conselheiro de Trump que lidera os esforços para cortar os gastos do governo dos EUA.

    Isso também alimentaria questões sobre conflitos de interesse para Musk, que, como chefe da Tesla e da SpaceX, tem interesses comerciais na China e com o Pentágono.

    A Casa Branca já havia dito anteriormente que Musk se recusaria a participar caso surgisse algum conflito de interesse entre suas negociações comerciais e seu papel no corte de gastos do governo federal.

    Washington e Pequim têm mantido relações tensas há anos por causa de diferenças que vão desde o acesso à tecnologia, tarifas comerciais e segurança cibernética até TikTok, Taiwan, Hong Kong, direitos humanos e as origens da Covid-19.

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